shinji-kun no yume

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Sexta-feira, Abril 30, 2004

Sueca Avançada / South Park

Caralho, se liga na panorâmica que o Signor Cone fez da nossa turma na faculdade!

Me amarrei no meu bonequinho.
Vou colocar no Orkut.

Caralho, estou tendo deja vu lendo o Pêndulo de Foucault.
Deja vu de livro eu nunca tinha ouvido falar.

Quarta-feira, Abril 28, 2004

Bang Bang, My Baby Shot Me Down...

Em homenagem a todos vocês que ADORARAM KILL BILL, E NÃO VÃO OUSAR DIZER O CONTRÁRIO NOS COMENTÁRIOS. É vocal de Nancy Sinatra e letra do Sonny Bono.

I was five and he was six
We rode on horses made of sticks
He wore black and I wore white
He would always win the fight

Bang bang, he shot me down
Bang bang, I hit the ground
Bang bang, that awful sound
Bang bang, my baby shot me down.

Seasons came and changed the time
When I grew up, I called him mine
He would always laugh and say
"Remember when we used to play?"

Bang bang, I shot you down
Bang bang, you hit the ground
Bang bang, that awful sound
Bang bang, I used to shoot you down.

Music played, and people sang
Just for me, the church bells rang.

Now he's gone, I don't know why
And till this day, sometimes I cry
He didn't even say goodbye
He didn't take the time to lie.

Bang bang, he shot me down
Bang bang, I hit the ground
Bang bang, that awful sound
Bang bang, my baby shot me down...

Mário Perini

Uma entrevista com o linguista Mário Perini:
http://www.novomilenio.inf.br/idioma/20020102.htm

Página pessoal na Universidade do Mississipi:
http://www.olemiss.edu/depts/modern_languages/perini.html

Artigo na DELTA:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-44501998000300014&lng=en&nrm=iso

Busca no Google:
http://www.google.com.br/search?q=Mário+Perini

Também um artigo na revista paLavra, sem cópia online:
http://www.letras.puc-rio.br/publicacoes/palavra5.html#parte3

Sexta-feira, Abril 23, 2004

Gostei.

1. Pegue o livro mais próximo.
2. Abra na página 23.
3. Encontre a quinta frase.
4. Coloque em seu blog o texto desta quinta frase junto com estas instruções.

"Pois a ligação da defesa da "superinterpretação" com sua preocupação sobre o modo pelo qual "os jovens ou marginalizados pudessem contestar a visão daqueles que atualmente ocupam posições de autoridade nos estudos literários" (p. 142) fala com certeza do dilema enfrentado pelos ambiciosos de fazer uma carreira no estudo profissional da literatura, sobretudo no mercado competitivo e cioso da moda que é a vida acadêmica americana."

Interpretação e Superinterpretação
Umberto Eco, et al

Domingo, Abril 18, 2004

Não pára!

<[_Kadriel_]> Resumindo, a Morte é um ato de carater elucidativo emergencia, não pode ser substituido de forma livre sem que se horizontalize os valores hiperpolares. assim o contexto não tem nada, a não ser uma rota espaço temporal para o Armagedon, comumente chamado de Ragnarok, ou Apogeu Atipoda dos Deuses

nte

Sente que maravilha.

<[_Kadriel_]> A morte, na espiral karmica, tangencial a evolução humand, desobstrui o caminho para a inercia viva igorada nos confisn Paralelos do Azul Lapso

<[_Kadriel_]> Desenvolvendo um raciocino Vertical na origem das Coodendas Mentais, chegamoas a conclusão pertecente as classes do centexto vivido ambiantal evolutivo, o que contradiz os argumentos ditos anteriomente ao Apice ideologico.

Quinta-feira, Abril 15, 2004

Rapaz, me amarrei nesse site.

Segunda-feira, Abril 12, 2004

O programa que mencionei abaixo passa na tevê Educativa (parte da Rede Brasil).

Estou me mudando para mndfck.ath.cx junto com mais um monte de coisa indo pra lá. Provavelmente serei shinji-kun.mndfck.ath.cx mas ainda não sei como o esquema será.

De qualquer modo, algo já está movido e em breve irá mais coisa.
O espaço está aberto para sites pessoais de amigos que quiserem.

Quinta-feira, Abril 08, 2004

Pres'tenção.
Todas as quartas-feiras, das 22h30 às 23h30, passa um programa chamado Comentário Geral.

A direção é do Miguel Paiva. O programa é exatamente como o nome indica: um comentário geral sobre um tema qualquer. Mas não na forma de uma mesa redonda estática: uma série de entrevistas, com pessoas capazes de falar sobre um assunto desde a área do Direito, passando pela Psicologia, Moda, até as Artes.
Descobri esse programa enquanto morgando na casa do Piame.

VEJAM.
Ao menos uma vez, só pra saber.
Se derem sorte de pegar um tema como o de hoje ("idéias"), vão se apaixonar com certeza.

Eu estou vendo televisão com regularidade, por causa desse negócio. Vocês têm noção?

Segunda-feira, Abril 05, 2004

Resistence is futile. You will be assimilated.

Gotta love the son of a bitch.

Domingo, Abril 04, 2004

A motivação para software livre? Software é algo único, como produção de uma indústria. Software não é exatamente um teorema, mas não é exatamente um item saído de uma linha de produção: é algo no meio do caminho.

Por outro lado, software não é algo que se use como um teorema, ou como um item, também. Software é como um teorema sendo não uma coisa concreta, mas um conjunto de regras para uma máquina. Porém, é como um item fabricado porque não expressa, meramente, um conhecimento: é aplicavel diretamente a um aparelho para produzir um cálculo.

Tornar certos pedaços de software livres têm consequências benéficas em ambos os aspectos do que o software é. Sendo como um teorema, é fundamental que o software básico seja livre pelo mesmo motivo que é fundamental que os teoremas básicos da matemática devem ser livres: sobre eles se construirá mais conhecimento, e melhor. Sendo como itens fabricados, o software fundamental permeia de tal maneira os nossos processos sociais ou industriais que devem ser livres.

A motivação de um grupo de pessoas escrever software e licenciá-lo como livre é o desejo de que o software faça o seu papel nos termos acima. Naturalmente, a mera capacidade de fazê-lo, por parte do programador, faz com que a questão seja abordada por ele de maneira diferente: olhar o software livre e se espantar com a distribuição gratuita de um produto de uma indústria não reflete a posição desse programador: ele pode escrever software, e se der na telha escrever um negócio maneiro e dividir com o mundo, ele vai fazê-lo.

Muito software livre ruim é produzido o tempo todo, mas isso é totalmente irrelevante. Um que seja bom, um só, estará à disposição de todos por toda a eternidade (do nosso sistema de computação). Ele é livre, e pode ser a base de desenvolvimentos posteriores, e assim por diante.

É necessário que ele seja livre para essa cadeia de inovação porque, por mais que se libere o uso do programa para todos, a inovação não se faz no programa em si, mas no código-fonte que o produziu. A questão do software livre é que esse código-fonte é protegido pelas leis de direitos autorais, e essa inovação se fundamenta em criar trabalhos derivados de uma obra original.

Uma licensa de software livre permite, explicitamente, a criação de trabalhos derivados da obra licensiada; e, para garantir a continuada liberdade, constringe esse trabalho derivado a obrigatoriamente ser licensiado pela mesma licensa do original.

Quinta-feira, Abril 01, 2004

As discussões sobre "software livre" e "código aberto" são interessantes.
Notícia do Slashdot hoje sobre imposto sobre software livre motivado por "competitividade".
Conversas sobre como o software livre acaba com o mercado de produção de software por diminuir as margens de lucro, ou pior, sobre como o software livre ataca a inovação sendo que empresas inovam justamente para poder prender a tecnologia em patentes.

Felizmente, não há nem mesmo o que negar ou afirmar nessa discussão. O que há para se entender no movimento do software livre, e no movimento cultural do Creative Commons é que não há estratégia de mercado ou plano de ataque que crie um projeto livre. O fato de ele ser livre não é parte de uma estratégia de dumping. O projeto é livre porque o seu criador, de sua própria e livre vontade, decidiu criar e licensiar para a humanidade.

Argumentar que essa pessoa está sendo mau competidor é ridículo. Ela não está competindo em nenhum mercado, a não ser no mercado da qualidade. É insensato (e estúpido) argumentar contra a presença de projetos livres em termos comerciais porque projetos livres não são comerciais -- eles podem ser aproveitados em projetos comerciais, mas não são comerciais em si. Se o projeto dominar o mercado, ninguém estará economicamente subserviente a ninguém, porque o projeto é livre.

Nessa notícia o governo explica sua relutância em se ligar à uma tecnologia livre por não desejar se ligar a nenhum monopólio, qualquer que seja. É sinal de sua completa ignorância sobre o tema, ou então sobre um desejo oculto de seus dirigentes. A tecnologia é livre. Ela não é do estrangeiro, apesar de seus desenvolvedores hoje serem principalmente estrangeiros. Ela é livre. Os estrangeiros desenvolvedores da tecnologia não podem de uma hora para a outra retirarem-na de nós porque de sua própria e livre vontade eles decidiram que essa tecnologia deveria ser livre.

O país deseja se tornar mestre da tecnologia e não depender dos desenvolvedores estrangeiros? Não será por renegar o produto do trabalho, mas sim formar desenvolvedores nacionais que possam participar dessa cooperativa internacional.

Não há do que reclamar sobre algo que é oferecido livremente -- não aceite, no último caso. Mas não há outro motivo sensato para o fazer senão a evidente ineficiência da tecnologia, o que obviamente não é o caso. Não há como lutar contra algo que é oferecido livremente a não ser oferecendo algo efetivamente melhor. Projetos livres não sumirão simplesmente porque, sendo livres, o máximo que acontecerá com eles é hibernar até novo interesse surgir sobre eles, momento no qual o fato de serem livres fará com que o trabalho possa ser retomado de imediato.

It is inevitable.