Blessed be all forms of intelligence.
Lendo: ...
Ouvindo: ...
Justine - Ui, n?ga!
Agrias
Euterpe
FOU
Hazel - in memorian
lau
lena^
Windblog!
etc.
mande emeiu!
Sim, GMail. Eu tenho desde bem no in?cio. Ph34r my l337n355.
É meu aniversário!
Hoje eu completo 22 anos de idade.
Estritamente falando, ainda faltam algumas horas, é claro.
A propósito, faltam dois dias para o meu aniversário.
Daí hoje de manhã eu estava pensando um assunto interessante, pensei um monte de coisa, e no final pensei "Maneiro, isso é coisa que o povo do blog gostaria de ler".
Mas infelizmente eu já esqueci tudo. Paciência.
Acabei de encomendar X Four e Five.
Vão ficar tão lindos dentro da caixa de colecionador.
Faltam três dias para o meu aniversário.
Pérola da Courtney Love, de 2000.
Merda. Acabei de voltar do almoço; passei lá na gibiteria e a caixa ainda não havia chegado.
Tomara que chegue até amanhã. Quero estar com essa parada logo no fim de semana.
Tradução: "Isso não é um cachimbo."
O que você acha?
O manga de X é muito bom. Eu sou fã dos roteiros da CLAMP e o estilo da arte delas é lindíssimo, mas mangas como CardCaptor Sakura ou Magic Knights Rayearth eu acho simplesmente ilegíveis.
Todos os raios e linhas e flores e curvas das roupas e tudo o mais embrulha o meu cérebro e eu não consigo mais distingüir as formas.
Mas X está mais próximo de Chobits, e Chobits eu acho legível. X é legível.
Tendo conseguido ler, posso falar alguma coisa sobre ele.
Até o volume 2, até onde eu li, a história segue basicamente o mesmo curso do anime. Mas não é exatamente a mesma. As cenas no manga são um pouco mais cruéis; em parte por que o anime tem cenas rápidas e a falta da (detestável) lenga-lenga verbal do manga permite a você não atentar para o fato de que em quase todas as batalhas boa parte da cidade fica destruída. Claro que, tão cedo na história, tudo isso acontece dentro de kekkais.
A violência das mortes é maior. Talvez, também, por serem quadros estáticos; mas mesmo desconsiderando isso, a história da morte da mãe de Kotori e Fuuma é mais presente e a cena-mor em si é mais terrível.
Por outro lado, eu realmente detesto a lenga-lenga verbal. Muito similar à lenga-lenga de alguns roteiristas da Marvel. Os personagens falando uns com os outros se explicam constantemente coisas que não são próprias a uma conversa entre pessoas, mas que convenientemente põe o leitor a par do que acontece. Essa questão foi resolvida pelo diretor do anime de maneira magistral: você aprende tudo que precisa saber ao longo do caminho sem nenhum diálogo lenga-lenga.
Outra coisa, compreensível, mas que não deu pra levar a sério numa história sinistra como a de X são os quadros lindíssimos e as cenas de comédia. Quadros lindos são, pelo visto, A Parada da CLAMP. A personagem se lembra de uma cena que preza e logo aparece um quadro com traço diferente, mais adulto, borboletas, flores, arco íris, o mundo é lindo. Do outro lado, a personagem fica com vergonha do rapaz e começam as trapalhadas, as letrinhas de puff-puff e ufa. X é uma história sobre desastres pessoais e o fim do mundo. Não rola puff-puff. Quanto a isso, não vou nem comentar sobre o persoangem do monge de Kouya.
MAS essas são pendengas minhas com manga em geral. Quadros esvoaçantes estupidamente detalhados e cenas cômicas chibi são parte do estilo. E eu prefiro animação a quadrinhos a qualquer hora. X é muito bom, e vale a pena ser comprado. Eu estou lendo os mangas de gente amiga, não pretendo comprar (ao menos, não o manga). Pretendo ler até o final, coisa que não fiz nem mesmo com o manga da minha amada Sakura. Aposto que vai desenvolver muito melhor a história dos Sete Anjos.
Faltam nove dias para o meu aniversário!
A propósito, esse é o outro presente que eu vou me dar de aniversário.
Olha o que eu vou me dar de presente de aniversário.
Esse fim de semana participei de um live de "Adulto: A Emancipação".
Vejam fotos da minha elegante pessoa aqui e ali.
Também há uma galeria de fotos do evento.
Aliás, no outro dia, apareceu vindo do nada um cidadão do IRC falar comigo dando a entender que lê esse blog.
Se há realmente alguém aí, além das pessoas que eu conheço, e que lê esse blog, sinta-se à vontade para aparecer no canal #valfenda em irc.virtualife.com.br para conversar.
É sempre bom conversar com gente diferente.
Da próxima vez que lerem alguma notícia sobre como jogos de video games fazem as crianças se tornarem adultos violentos, dêem uma lida na página da campanha Child's Play do Penny Arcade.
Como pode quadrinhos tão violentos e grosseiros serem feitos por gente tão boa? Por que é divertido, caralho. Não significa que queiramos de verdade dar com uma pá na cabeça dos nossos amigos.
Aliás, review de Haibane Renmei.
Eu juro que esperava algo surreal e apocalíptico... Não é por menos, sabendo que foi produzido pelo mesmo time de Serial Experiments lain... Porém, não foi ruim. Foi só estranho.
A história gira ao redor da mais nova, recém-nascida, Haibane, chamada Rakka. Haibanes nascem no mundo como se tivessem vindo de outro lugar sem se lembrar de nada. A história vai passando, acompanhando a personagem enquanto ela tenta se adaptar à nova situação.
Você vai vendo, esperando o clímax, que aparenta ser algo em torno de uma descoberta incrível sobre a origem dos Haibanes, ou uma revolução envolvendo a libertação dos Haibanes do confinamento da Muralha da cidade.
Spoilers.
Mas você sabe que a série teve só treze episódios, e quando chega lá pelo oitavo e nada muito concreto acontece você fica intrigado. Que porra de desenho é esse, e onde diabos essa história vai parar? Ah, mas ela vai parar em algum lugar, totalmente outro. Por fim a história fala da sensação de perdição própria, desistência e auto-abandono, e ao mesmo tempo da salvação própria e da libertação dessa carga, tudo isso na pele de outra personagem, a senpai de Rakka, Reki. Muito bacana e tal, mas meio estranho.
Até que o final da história é bem intenso e bacana. As imagens são bonitas, e a "batalha final" contra os demônios pessoais de Reki acaba por fazer sentido com todas os pequenos trechos de plot que vão aparecendo no meio do caminho.
Mesmo assim, a série apresenta muito mais elementos que desenvolve. Os Haibanes perdidos que nunca encontram o dia da elevação e ficam entalados na cidade são mencionados o tempo todo, e pronto. Os seres que moram dentro da muralha são mencionados como se importantíssimos e duh. As placas e os símbolos e tudo o mais, fica por isso mesmo.
Fim dos spoilers.
Se bem que, francamente, lain provavelmente não fez sentido nenhum pra quase ninguém. Pra mim fez algum sentido, mas também, a minha mente é uma combinação Shadowrun de tecnologia e misticismo. E os links não são à toa. Há um episódio, creio que o nove, onde uma espécie de "biografia" de lain aparece, com uma série de eventos, tecnologias e tudo o mais. A maior parte delas você aprende sobre ali em cima. Com um pouco de Google você encontra os sites sobre Memex, a obra de John C. Lilly, sobre a Semantic Web, e até mesmo PDFs do Majestic Twelve!
Enfim. Parece ser típico dessa turma fazer desenhos nonsense. Ao menos a arte é boa e os personagens são cheios de emoção.
Vale a pena. Essa semana vou gravar os primeiros CDs, faltam os dois últimos episódios chegaram eu eu gravo tudo. Sim, eu vi a série inteira, mas estou gravando os discos com legendas em português da kurenai.
Faltam vinte e seis dias para o meu aniversário!
Estou rodando Fedora Core I e funciona bem.
Creio que os benefícios desse upgrade (o sistema era Red Hat Linux 9) são basicamente a nptl e o upgrade do GNOME.
O ambiente do GNOME está caminhando lentamente para a boa usabilidade.
A interface de gravação de CDs do Nautilus (gerenciador de arquivos) é ótimo, e os drivers do kernel não precisam de comentários.
O file-roller ("winzip") funciona bem e corrigiu uns bugs mongóis da janelinha de seleção de diretório. A integração com o Nautilus é suficiente pra mim: abrir o menuzinho de contexto no .zip e escolher "Extrair" funciona.
Nas árvores de diretório do Nautilus agora além da raiz do sistema de arquivos, há também o seu diretório pessoal, e o disquete e CDs quando montados.
Há um visualizador nativo de PDFs, o gpdf, pra substituir o horrível xpdf.
O Fedora vêm com o excelente OpenOffice 1.1.
Finalmente uma calculadora científica no GNOME.
A interface gráfica para lidar com pacotes RPM (instalar, desinstalar, etc.) está mais veloz e ainda não travou. :-)
O gcc do sistema é versão 3.3.2, topo de linha, boa coisa especialmente pra quem depende de C++ como eu, já que o padrão é mais novo e o compilador continua evoluindo.
Infelizmente o sistema não têm suporte próprio aos novos drivers de som do Linux, o ALSA. Funcionar, funciona, é claro, feito à mão. Provavelemente o próximo release usará esses drivers, já que se tornaram o padrão da nova série do kernel.
Eu acho essa parada excelente. Esse ano vou tomar algum tempo pra escrever pequenos guias de usuário pro GNOME, como configurar coisinhas como criar atalhos no menu ou no desktop, os painéis, o Nautilus, etc.