Blessed be all forms of intelligence.
Lendo: ...
Ouvindo: ...
Justine - Ui, n?ga!
Agrias
Euterpe
FOU
Hazel - in memorian
lau
lena^
Windblog!
etc.
mande emeiu!
Sim, GMail. Eu tenho desde bem no in?cio. Ph34r my l337n355.
Bem, esta entrada é para a avisá-los de que por um ou dois meses (ou mais) eu não vou mais estar divagando com vocês, meus amigos, neste blog.
Se algum de vocês estiver fora de contato comigo, bem, talvez eu ainda venha a contar como ando volta e meia.
Mas eu não estou me sentindo muito... público.
buh-bye.
Ouçam 'Vento no Litoral'
Assistam 'The Lawnmower Man'
Ah, vidinha feliz.
Meu irmão mais novo está namorando; conheci a namorada dele hoje, é uma graça. ;-)
Ontem conversamos e dançamos muito Ace of Base. Estou feliz.
Agora estou ouvindo Echoes, do Pink Floyd, e pensando na vida. Estou sem minha agenda telefônica, esqueci de anotar o cel. da RenataJAH e pelo visto o meu recado pra Lena^ se perdeu no limbo.
Vou ter que sair daqui a pouco pra resolver minhas pendências, fazer a segunda via da minha carteira de identidade, pegar meu certificado de reservista se der sorte...
Este post no DIÁRIO DO PÃO COM MANTEIGA NA CHAPA foi de uma ironia bacana.
Se você não é um blogger típico, como eu, provavelmente não vai entender exatamente o quê o Rafael Capanema estava sacaneando.
;)
Hoje foi a formatura da minha irmã, do Colégio Santo Agostinho, como de praxe no Riocentro.
Foi muito divertida, bem mais planejada e produzida (e comprida) que a minha.
As encenações foram mesmo muito engraçadas; as piadas com os professores as mesmas de sempre... hehehehehehe
Algum ano desses deveria dar como presente um workshop de humor de presente pro corpo docente do Santo Agostinho, eles precisam renovar suas piadas e seus trejeitos! É a mesma coisa a anos! :-D
Nem é uma reclamação, mais uma observação nostálgica.
Foi óbvio pra mim que esses garotos do ano da Marcia são muito mais legais que os garotos do meu ano, tal coisa se percebe facilmente, ainda mais todos juntos numa multidão.
Por outro lado, estou me sentindo nervoso e irritado e frustrado, porque de alguma maneira inexplicável, eu perdi minha carteira.
Quando eu a peguei, antes de sair de casa, pensei que não precisava dela, mas quis levá-la assim mesmo.
Sua única função hoje foi ser perdida. Não precisei dela em nenhum momento.
Como se já não me bastasse a sensação completa de abandono, ainda PERCO a minha carteira por total e completo descuido (afinal de contas, não é possível que uma carteira simplesmente CAIA de um bolso...) Algumas vezes eu tenho a impressão de que certos eventos acontecem de propósito, como se numa sincronia mórbida planejada pra me fazer sentir coisas, porque não é possível...
Eu não vou nem continuar esse assunto da sincronia porque senão ele ia ficar pessoal demais, e já me basta ter que ("ter que", hah) comentar sobre coisas mundanas como a perda de carteiras (e documentos e cartões e papéis e bilhetes e....)
argh, vários links errados pro Blog da Lena.
Aqui vai ele.
The sun shines, and I'm amazed we live to see another day.
Xan
So it is.
Ontem fui tomar uns chopps e comer uma pizza com o Sorriso, e conversar.
Foi legal.
Não me ocorre ter feito antes.
Não conversar em geral, digo.
Mas... conversar.
Acho que não foi exatamente conversar, já que eu estava falando a maior parte do tempo.
Claro que ele dizia unas "aham" e "uhm..." solidários.
Sorriso :-*
Hoje foi um bom dia, também. Seqüestrei Lena outra vez e fomos passear, tomamos café, trocamos histórias. Tropeçamos em Tata e Luciano e Fiona no Campo de São Bento! \o/ Vimos um filmes bizonho e tudo o mais.
'tis been strange times.
Oh, Deus, eu queria escrever.
Mas eu acho melhor não.
Cara, está difícil a coisa aqui.
Não tou conseguindo me comunicar com o Blogger direito conectado pelo UOL, e agora o iG também tá dando xilique.
Saco.
Carfalho, hoje é dia de encher o pote.
Eu já tou meio ébrio.
Imagina hoje meia-noite.
Foda-se, também. :-}
Ontem fui almoçar com Lena no Rio Sul.
Fazia tempo que eu não almoçava com alguém.
Caralho, em toda a minha vida, eu almocei com: Sorriso, AiR, Raissuli, Lívia e Lena.
Almoçar mesmo, não juntar depois da aula, ou juntar depois de algo. Marcar "vamos almoçar dia tal? beleza, está marcado."
Almoçar é uma coisa tão trivial, as pessoas se reúnem, almoçam, conversam...
É impressionante. Eu adoro almoçar com as pessoas, então não é por falta de convite.
Como estávamos conversando, eu e Lena: as pessoas parecem que envelhecem por se acostumar a não-fazer.
Eu, que sou cansado até não poder mais, que durmo 12h por dia por padrão, me sinto super-ativo perto da maioria dos meus amigos.
Eu até entendo que a falta de grana impeça que se saia todo santo dia pra fazer coisas emocionantes como almoçar em restaurantes do Rio Sul, ou jogar cinco horas de arcade, ou sei lá. Mas passear, por exemplo. Num parque, na praia do Flamengo.
Preciso sair de casa.
Já.
Não passo das nove horas aqui dentro.
Nota sobre as divagações de ontem:
uma coisa que realmente não se pode mudar é a vontade das outras pessoas.
Talvez influenciar essa vontade; mas mesmo assim, minha moral me impede.
Deve ser a graça dos relacionamentos.
Mas eu não estou achando graça nenhuma.
"Falta de vontade" é diferente de "vontade de outra coisa".
Falta de vontade é uma merda.
Tédio.
Outro dia eu escrevi uma coisa bonita aqui, sobre amigos e suas aflições, mas foi para o limbo como alguns dos meus posts anteriores.
Ultimamente tem me afligido esse problema, mais ainda do que os tradicionais Vontade e Necessidade; o problema do Eu e do Outrem. Ou talvez de um caso particular desse problema, o da Culpa-Minha e o da Culpa-de-Outrem.
Por que nos últimos tempos eu tenho treinado a mim mesmo a atribuir a mim a causa de todas as coisas que acontecem na minha vida. Mas acho que cheguei a um ponto tal em que o limite do aceitável foi atravessado, e agora é hora de me convencer do contrário.
Por que por mais saudável que seja a atitude de se considerar causador da própria vida, depois que se está convencido disso, é bom considerar também que existem causas que estão além de nós mesmos. É claro que eu acredito, e isto como axioma, que Deus sou Eu; de modo que essencialmente todas as causas estçao em Mim, mas Mim como o Silêncio antes das Causas, aquela coisa mística. Mas enquanto eu aqui no chão, eu-ego, realmente existem os automóveis, os semáforos, e os acasos. Acho que seria mais saudável se aceitasse que merda acontece por conta de outras coisas.
Talvez me desse maior motivação para odiá-las e tentar mudá-las, já que mudá-las é o centro prático de toda essa questão.
Ah,. mais um dia que passa, mais uma onda de irritação que se vai...
Acho que eu me sinto velho porque me lembra de muitas coisas.
Talvez seja isso o que cause crises de meia idade, onde velhos de 40 anos se sentem como garotos inexperientes, e agem de acordo: eles já não devem se lembrar de quando foram garotos inexperientes e agiram de acordo, a merda que deu, etc. etc. etc.
Eu digo isso porque essas ondas de irritação e esses fluxos e refluxos de emoções e depressão e fogo recolhido e energia contida e então algum tipo de momento zen e muito sono e bla, bla, bla, não tem nada de novidade. É até entediante.
Passei a minha vida inteira tentando explicar para as pessoas a maravilha que é o pão com manteiga.
Anos. Anos de incompreensão.
Mas finalmente surgiu alguém, uma luz na escuridão, um profeta que levará o pão com manteiga aos infiéis.
Diário do Pão com Manteiga na Chapa
A Verdade é a Verdade.
O Ser é o Ser.
O que É, É.
Não há nada além da Verdade.
Falsidade é Inexistência.