Um desejo?
Disciplina.
God is in his heaven. All is right with the world.
O nome é tão... tão... formal, não?
Me ocorreu essa semana.
O que eu chamo de "dialética do silêncio" é o jogo entre as possíveis respostas para "eu deveria falar, ou deveria calar" que ocorre em diferentes cenários de emoções não triviais. Essa "pergunta", creio que, não é realmente formulada, não frequentemente; ela é subterrânea.
Eu penso no assunto partindo de que escolher falar ou calar não é uma escolha sem impactos profundos, porque, como diria qualquer sábio do esquisoterismo, falar é criar, e isso para mim não é metáfora. O eu que o outro conhece é construído a princípio por todos os pedaços desse eu que são expressos de uma forma ou de outra, e captados, e posteriormente efetivamente percebidos e registrados (ou lembrados), conscientemente ou inconscientemente. Esse fato é compreendido intuitivamente por todos e, de alguma forma, afeta seus modos de expressão.
Tal que escolher entre falar ou calar é escolher quem você deseja ser, mesmo que essa escolha não seja feita conscientemente. Mas se ela não é feita conscientemente, pode ser chamada escolha? Se não, o que essa aparente escolha reflete: uma suposta realidade do eu, emergindo do subterrâneo? Se pode ser chamada escolha, de onde parte essa escolha, se ela está ainda antes da formação do eu que teoricamente existe para construir?
Há algum intermediário?
Refletindo minhas leituras mais recentes, não posso deixar de observar que o processo de criação do eu através dessa escolha sobre o que expressar passa por uma forma de disciplina da expressão, que me parece ser uma forma de descrever a mecânica das ditas "máscaras" sob as quais os indivíduos se escodem. Por essa via, quando eu digo eu, não digo "eu verdadeiro", mas "eu máscara". Não sei bem qual é a diferença.
Juliana, você por acaso lê isso aqui?
Eu acho que é possível produzir ao menos algo básico se tiver um plano de pesquisa da minha experiência cotidiana.
Já falei sobre o Creative Commons antes, e vou falar denovo, e denovo.
Creative Commons é uma iniciativa que produziu uma série de licensas voltadas a conteúdo artístico, como música, fotografia, vídeo, e tudo o mais, para autores que desejam manter o controle do seu direito autoral e, ao mesmo tempo, permitir ao grande público certos usos da sua obra, desde distribuição livre, até remixagem e coisas afins.
Alguns vídeos descrevendo o objetivo e a missão do Creative Commons podem ser vistos aqui.
Em conjunto com a Fundação Getúlio Vargas e com o Ministério da Cultura o Creative Commons oferece ao público brasileiro versões das suas licensas escritas especificamente com a lei brasileira em mente.
Para mais informações sobre a cooperação entre o Creative Commons e essas entidades nacionais, veja o iCommons Brazil.
É interessante ler no site referências a nosso ministro da Cultura como "legendary musician Gilberto Gil".
O Creative Commons é uma iniciativa, voltada à arte, similar à Free Software Foundation.
Experimente uma noite da minha vida em um jogo interativo!
Não é mistério descobrir como o jogo funciona.
...fazer um programa que não foi preparado para o seu sistema funcionar investigando as dependências de objetos compartilhados do binário e criando um link simbólico para uma biblioteca compatível com o nome com o qual o binário foi originalmente ligado em um diretório arbitrário e configurando o ligador dinâmico do sistema para incluir tal diretório no caminho de busca de objetos compartilhados...
Interessante, esse artigo.
Há bastante dinheiro por trás da propaganda anti-Linux lá em cima.
O que nego não compreende sobre software livre é muito simples.
Software livre é a iniciativa de voluntários.
Argumentar que a ausência de retorno financeiro limita a inovação não faz nenhum sentido. Desenvolvedores não estão discutindo sobre a possibilidade do software livre. Software livre está sendo desenvolvido agora mesmo e vem sendo desenvolvido a aproximadamente vinte anos.
Qualquer tentativa de proibir software livre está fadada ao fracasso pelo simples e inescapável fato de que os desenvolvedores o fazem como voluntários. Voluntários fazem o que fazem porque lhes dá na telha. Você acha que o produto do trabalho voluntário não te dá segurança? Foda-se.
O fato desse trabalho voluntário ser liberado ao público por uma licesa de software livre garante que esse trabalho está disponível para a humanidade, para quem quiser usar. Nenhum software proprietário se sustentará se for menos útil que o software livre simplesmente porque o custo desse último é zero. Qualquer um que estiver interessado em dar um passo além no desenvolvimento de software tem à sua disposição um fundamento inicial livre para começar.
A própria existência do software livre é sinal do ridículo da indústria de software, com seus produtos meia-boce a custos exorbitantes. Software livre não vai impedir a inovação, muito pelo contrário: vai forçar a inovação. Você quer fazer dinheiro? Então seja melhor e faça por onde.
Movimentos baseados em "licensas livres" estão crescendo. Artistas mundo a fora estão liberando suas obras sob licensas livres do Creative Commons. E por que não? Esse blog eu escrevo para que todos leiam, e não me importo particularmente se copiarem e distribuirem para outros. Está ali no menu lateral: todos têm uma licensa explícita para copiar e distribuir, como definida pela licensa do Creative Commons sob a qual eu libero o meu trabalho. Importa se o texto é uma merda? Não. Se é uma merda, não copie. Simples assim. É só deixar pra lá. Importa se é seguro pra você? Se não é, azar o seu. Pague a alguém para fazer melhor.
Alto nível.
O tópico do OU está engraçado demais. Se você sobreviver à putaria vai dar muita risada.
Veja os outros tópicos para saber sobre paradas típicas, como o Puto, e o camarada inseguro quanto a privacidade, também já referido como o "viado do segredo".
A comunidade No Escuro dá os maiores barracos, como a mina que falou que não ficava com aluno de faculdade fundo de quintal.
Aí, vou parar, porque estou começando a me sentir repórter do Orkut. ¬¬
Histórias Alcoólicas.
Alguém do tópico "Com quem da comunidade você ficaria?" da comunidade No Escuro catava essa; fui atrás do nome "Lori" que hoje em dia a letra L anda boa.
Gostei das historinhas. Me fizeram lembrar do conto que o Windy estava escrevendo.
Hum...
Para a informação de meus três leitores.
Estou usando agora o novo sistema de comentários do Blogger, tendo deixado para trás o excelente (e lendário) BlogBack.
Esse sistema de comentários está vinculado ao serviço do Blogger, e por isso, ao clicar no link para adicionar um comentário, aparece a página de autenticação do Blogger. Reparem que nessa tela há um link "or post anonymously" ou coisa parecida: essa é a opção para quem não é usuário do Blogger.
Esse esquema, aparentemente, existe para valorizar o próprio Blogger, e é certamente bem menos sofisticado que os outros sistemas onde você põe e-mail, endereço de blog, e tudo o mais, ao fazer um comentário.
Mas creio que todos poderão sobreviver ao anonymous colocando uma assinatura por escrito.
Se for abominável e/ou insuportável, eu dou o braço a torcer e arranjo uma alternativa.
Fomos mais uma vez ao maravilhoso Esquimó, hoje.
Lembrei de você, lá.
Convença-se de que lá é tudo de bom: reportagem no Jota Bê.
O blog de Mônica no post abaixo na verdade fica aqui.
O link no texto estava kit.net, mas ele fica no zip.net; já alterei o template, então o menu lateral está correto.
Vamos falar um pouco mais sobre mim.
Se você está lendo isso aqui, é provavelmente atrás disso que você está.
Certos aspectos da vida me parecem tão incrivelmente cíclicos.
As voltas e revoltas sempre surgem do nada e me tomam de surpresa.
Participamos de um ambiente, uma crise surge, pula-se pra outro ambiente, uma crise surge, alguém some, outros aparecem, uma hora se pertence a um grupo, outra hora a outro grupo.
O estereótipo de culturas como a européia não é assim: as pessoas são menos dispostas a se abrir a novas amizades e novos ambientes, mas prezam e se firmam com força onde sentem que pertencem.
Da primeira vez que pensei em ciclos na minha experiência de vida, estava descobrindo ciclos de euforia e depressão. Hoje, estou pensando em ciclos de proximidade e afastamento. Acho que, quando se começa a perceber a passagem do tempo, se tem alguma experiência de vida e memória dessa experiência, é possível se perguntar, descobrir as pessoas que permanecem e as que não permanecem, as que conhecem você e as que não conhecem.
Acredito que amar é uma ação que se realiza em momentos específicos em que se pode conectar com uma pessoa, dizer a ela com palavras, expressões e atitudes: Sou eu. E também observá-la, interagir com ela, ter a sua esfera de ação invadida e ser tocado por Quem ela é.
(...) for Love is the instinct to unite, and the act of uniting - na íntegra.
Dizer: Eu te amo (ou uma variante aceitável entre dois caras espada) não quer dizer nada se a substância que preenche os momentos em um relacionamento não é dessa qualidade.
As pessoas que me amam me conhecem e sabem do que eu estou falando, basicamente, porque de um modo ou de outro esse discurso vem me acompanhando. Essas pessoas estão tão dentro de mim que não têm medo da distância física eventual por qualquer espaço de tempo. Estar-junto já não é motivo para medo, não precisa ser objeto constante do desejo: a certeza de que se está junto de fato, e de que as portas sempre estarão abertas para que se esteja novamente fisicamente junto, permite isso.
Seguindo mais adiante, essa aventura da distância no tempo, tanto uma distância passada que diminuiu, quanto uma distância presente que se está mantendo sob controle (quarta-feira feliz, é contigo mesmo), é a minha aventura agora. Em breve, ela será ilustrada com fotos.
Fim de período na UERJ e eu ainda não me liguei.
Vou ter que correr atrás.
Fim de semana foi segunda dose de Macaé em pouco tempo: festa junina da Escola, e churrasco na casa de Tomás. Foi muito bom, cheio de assunto. Deu o gás pra fazer denovo, para a minha alegria.
Mas agora só em Agosto.
Foi bom também lembrar (heh) o endereço do blog de Mônica. Ela é dez.
Se bem que Agosto também vai ser foda. Já está marcada a Copa Flavinha de Sueca da galera da faculdade, passagem de nível no kung fu em São Paulo, e churrasco em Macaé denovo. E mais ainda uma outra parada que eu não tou conseguindo lembrar. Diabo.
Rapaziada que quer contato de Josué: me dá ICQ ou endereço de e-mail, né. ;-)
É pena que vocês não sabem do que eu tou falando.
Mas eu achei. :~
P.S.: quem souber do que eu tou falando, me liga que eu tou com o link de um álbum de fotos...
Se não tiver meu telefone, fale com Helga, e detentora da Lista de Contato[tm].
"Vi o fotolog, a menina é TOTALMENTE ESTILOSA! Sem palavras mesmo. Além de aparentar ser Suuuuper Gente boa!"
Variantes dessa estão por toda parte no Orkut.
A porcaria do testemunho serve para você escrever aquela pérola sobre alguém que você conhece...
"Você parece muito gente boa" !?
Essa é a minha pérola favorita do Orkut.
Há uma variante muito interesante, também, em breve eu acho um exemplo e posto como pérola numbah four.
"Se 2% da população mundial é de brasileiros, mas 18% dos membros do Orkut são brasileiros, é evidente que há mais pessoas no Orkut que no mundo."
This is not a community é muito legal.
"Rostinho lindo esse! Parabéns!"
Vou achar uma das minhas favoritas, de testemunhos, e ponho já na coleção.
Finalmente, está legível e satisfatório.
O endereço no Blog*Spot está aposentado.
Até o fim do mês publico os arquivos do antigo blog em algum lugar nessa máquina, e libero o endereço no Blog*Spot para algum otaku pôr seu blog.
Novo título, também.
Talvez no futuro eu modifique o tema do blog para algo mais vermelho, mais NERV.
Se bem que o tema da NERV é vermelho sobre preto...
Por enquanto vai ficar do jeito que está.
O sistema de comentários aqui é do próprio Blogger, e é bacana, com um porém: você escreve comentários como seu usuário no Blogger, ou como anônimo. Sem meio termo.
Acho que as cores ficaram boas, sugestão do AiR.
A princípio não me pareceu legal esse fundo branco, mas creio que seja falta de costume.
Vou corrigir um problema de layout na barra lateral, talvez aumentar um pouco o tamanho da fonte em alguns lugares, e realçar as cores, e daí creio que estará pronto pra migrar.