Teoria?
É uma furada? Vamos parar de blá blá blá, e agir? etc.?
Compreenda por quê pensar é útil.
"(...) tanto as circunstâncias desviantes como as orientantes constituem o complexo não codificado dos fatores biológicos, dos eventos econômicos e das interferências externas que aparecem como o quadro inevitável de toda relação comunicativa. Constituem eles a presença da 'realidade material' que flecte e modula todo processo comunicativo. Neste ponto, não resta senão perguntar (como já se fez em Eco, 1968) se o processo comunicativo é capaz de desfrutar as circunstâncias nas quais acontece. Ou seja, trata-se de indagar se a circunstância pode tornar-se elemento intencional do processo de comunicação. Se é a circunstância que orienta para a individuação dos subcódigos à luz dos quais se devem escolher as interpretações possíveis das mensagens, devemos perguntar-nos se, em vez de mudar as mensagens ou controlar a sua produção, se pode mudar-lhes o conteúdo, atuando sobre as circunstâncias em que serão recebidas. É este um aspecto revolucionário da empresa semiótica, e numa época em que as comunicações de massa aparecem como manifestação de um 'domínio' que provê mensagens, para o controle social, talvez ainda seja possível mudar as circunstâncias de recepção para mudar as interpretações do destinatário. Trata-se do que em outras obras chamamos GUERRILHA SEMIOLÓGICA. (...)"
O quê? Leia denovo.
Compreenda por quê pensar é útil.
"(...) tanto as circunstâncias desviantes como as orientantes constituem o complexo não codificado dos fatores biológicos, dos eventos econômicos e das interferências externas que aparecem como o quadro inevitável de toda relação comunicativa. Constituem eles a presença da 'realidade material' que flecte e modula todo processo comunicativo. Neste ponto, não resta senão perguntar (como já se fez em Eco, 1968) se o processo comunicativo é capaz de desfrutar as circunstâncias nas quais acontece. Ou seja, trata-se de indagar se a circunstância pode tornar-se elemento intencional do processo de comunicação. Se é a circunstância que orienta para a individuação dos subcódigos à luz dos quais se devem escolher as interpretações possíveis das mensagens, devemos perguntar-nos se, em vez de mudar as mensagens ou controlar a sua produção, se pode mudar-lhes o conteúdo, atuando sobre as circunstâncias em que serão recebidas. É este um aspecto revolucionário da empresa semiótica, e numa época em que as comunicações de massa aparecem como manifestação de um 'domínio' que provê mensagens, para o controle social, talvez ainda seja possível mudar as circunstâncias de recepção para mudar as interpretações do destinatário. Trata-se do que em outras obras chamamos GUERRILHA SEMIOLÓGICA. (...)"
O quê? Leia denovo.

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